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Movimento Escalada




Quem sou eu?

Se tem uma pergunta que pode ser considerada emblemática para o Movimento Escalada é esta: “Quem sou eu?”. Melhor seria, então, perguntarmos de outra forma, afinal, não nos reconhecemos individualmente, mas como um grupo: “Quem somos nós?”

O Movimento Escalada constrói diariamente, a cada novo membro, nova experiência, esse “Quem somos nós”. Mas, numa visão cartesiana, podemos dizer que somos um grupo de jovens da Igreja Católica. O Movimento é formado por jovens e adultos que em algum momento da vida fizeram o Encontro do Escalada, uma espécie de retiro que acontece em três dias e faz com que o jovem passe a ser um “alpinista” – nome dado aos membros do Movimento. A partir deste encontro, as pessoas atuam de diversas formas, como em ações de caridade, participações nas ações das paróquias nas quais o Escalada atua, projetos de comunicação, grupos de oração e ações para manutenção e organização dos próprios eventos do Escalada.

Tudo isso começou em São Paulo, onde aconteceu o primeiro encontro de jovens do Escalada, em 1970. O Movimento foi criado e organizado por uma freira chamada Irmã Gília, que reuniu jovens de três colégios da capital durante um final de semana em uma casa de retiro na cidade de Vinhedo, no interior do estado. 

Na década de 70 a Igreja Católica vivia o período pós Concílio Vaticano II que, dentre outras coisas, definiu que era preciso envolver mais os leigos nas atividades da Igreja. Foi nessa atmosfera que Gília teve a ideia de promover o Encontro do Escalada. Ela sempre acreditou na importância da participação do jovem na Igreja Católica, desde que acompanhados de adultos. O retiro, então, acontecia com reflexões ao ar livre, em contato com a natureza e com um momento em que os jovens escalavam uma montanha.

A história da saída do Escalada de São Paulo para outros cantos do Brasil é muito interessante e demonstrativa da força do sopro de Deus nos projetos Dele. Depois de alguns encontros realizados, Gília recebeu o convite de uma freira supervisora para que o Escalada fosse feito em colégios do Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Vitória do Espírito Santo. A partir do chamado, Gília conversou com a equipe de adultos e jovens para saber se eles topariam o projeto. Todos compraram a ideia e começaram a realizar encontros ainda em Vinhedo com jovens que vinham de outros estados. 

O projeto foi se espalhando por outros estados, já que os jovens que faziam o encontro em Vinhedo acabavam levando o modelo para suas cidades. Até que o padre Irala, que é amigo de Gília, pediu para que Ângela, uma jovem católica aqui de Salvador, fizesse o encontro em Vitória, capital do Espírito Santo. “Vai lá e vamos tentar trazer o Escalada pra Salvador”, pediu o padre. A partir deste momento o pedido se transformou em missão. Ângela fez o encontro e voltou para implantar em Salvador, com o mesmo roteiro de atividades, palestras e momentos. 

Surge, então, em 1978, o Movimento Escalada em Salvador. Nos primeiros anos não existia uma estrutura de atividades pós-encontro e acontecia apenas uma edição do retiro por ano. O Escalada só ganhou a dimensão de Movimento em 1985, quando os jovens resolveram concretizar esta organização ‘pós-escalada’. Em 1986, foi criada a Coordenação (nomeada de Grupo de Apoio), que passou a realizar encontros específicos por regiões da cidade. 

A partir daí surge a ideia de continuar levando o Movimento Escalada para outros lugares da Bahia. De Salvador, os jovens saíram em missão e criaram o Escalada nas cidades do interior do estado: em Cruz das Almas, Jacobina, Ilhéus, Itabuna, Juazeiro, Canavieiras, Conceição do Almeida, Jequié e Lauro de Freitas. Saltaram também às fronteiras da Bahia e criaram o Movimento em Petrolina (Pernambuco) e Aracaju (Sergipe).  Um jovem alpinista que fez o encontro em Salvador também foi responsável por reativar o Movimento em São Paulo. Albertão recomeçou o Escalada na principal cidade do país em 1999, contando inclusive com o apoio de Gília.
Na capital baiana o Escalada é um Movimento Católico Arquidiocesano, que atualmente tem grupos nas paróquias Nossa Senhora da Luz (Pituba), Nossa Senhora da Vitória (Vitória) e na Igreja da Ascensão do Senhor (Centro Administrativo da Bahia). Dentro da Arquidiocese de São Salvador o Escalada participa da CAMEC (Conselho Arquidiocesano de Movimentos Eclesiais) e do Setor Juventude.

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